Nada como a cama posta.
Me posto na cama, viro nada.
Vazio.
Escuridão.
Silêncio.
Nadar no vazio escuro e silencioso.
Ah, quanta liberdade!
Liberto no acorrentado paradoxo
de que a maior liberdade prende-se num sonho.
Sonho vazio, pleno de sentido.
Onde sente-se que o todo que se busca
em nada se resume.
Em resumo, nada somos.
Nada mais que silêncio, escuridão e vazio.
E o que precede o sonho é o futuro inevitável.
Aquilo que seremos. Aquilo que toda noite somos.
Silêncio.
No vazio da escuridão.
Me posto na cama, viro nada.
Vazio.
Escuridão.
Silêncio.
Nadar no vazio escuro e silencioso.
Ah, quanta liberdade!
Liberto no acorrentado paradoxo
de que a maior liberdade prende-se num sonho.
Sonho vazio, pleno de sentido.
Onde sente-se que o todo que se busca
em nada se resume.
Em resumo, nada somos.
Nada mais que silêncio, escuridão e vazio.
E o que precede o sonho é o futuro inevitável.
Aquilo que seremos. Aquilo que toda noite somos.
Silêncio.
No vazio da escuridão.